Escolher o melhor piso para os ambientes da casa não é tarefa fácil. Deve-se levar em consideração o tipo de uso em que o espaço terá. Muito importante também é a qualidade do produto. É bom consultar um profissional que conheça as marcas. Com a concorrência acirrada do mercado, o preço pode ser negociado.
Os riscos de comprar um material de qualidade duvidosa são muitos: ele pode ser empenado – significa que não é alinhado, com irregularidades no centro ou nas pontas. Ou ainda pode ter falhas na tonalidade. A dica é verificar o material assim que recebê-lo. Caso o produto apresente defeitos, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) oferece garantia de 90 dias a partir da data impressa na nota fiscal. Outro ponto importante é a metragem, recomenda-se adquirir ao menos 10% a mais de revestimento para eventuais cortes, quebras, futuras reformas ou caso o produto não esteja mais disponível no mercado na mesma textura ou tonalidade. A aplicação de qualquer tipo de piso deve ser feita por mão-de-obra qualificada e de confiança.
Cimento queimado
O porcelanato é o queridinho dos arquitetos e dos clientes. São vários os motivos: alta resistência à abrasão, durabilidade, grande variedade de tons e texturas. As marcas que fabricam este tipo de piso cerâmico inspiram-se em outros elementos como pedra, madeira, cimento, metal, couro e tecido para formar uma gama de opções.
As placas vêm em diversos tamanhos. A porosidade quase nula do porcelanato o torna bastante impermeável. Sua instalação é relativamente rápida, mas como a maioria dos pisos, requer a regularização do contrapiso antes da aplicação. Os três tipos de porcelanato mais comuns no mercado são:
- Técnico, polido ou natural: é a versão mais comum do porcelanato. Possui um brilho superior ao das pedras naturais, com reflexos. Deve haver cuidado na escolha de onde colocá-lo, pois é escorregadio.
- Acetinado ou mate: é fosco e gera menos desconforto visual de frieza.
- Rústico - é antiderrapante, mais usado em áreas externas. A limpeza é um pouco mais difícil, pois retém gordura com mais facilidade, por isso não é muito indicado para cozinha.
Madeira
Os riscos de comprar um material de qualidade duvidosa são muitos: ele pode ser empenado – significa que não é alinhado, com irregularidades no centro ou nas pontas. Ou ainda pode ter falhas na tonalidade. A dica é verificar o material assim que recebê-lo. Caso o produto apresente defeitos, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) oferece garantia de 90 dias a partir da data impressa na nota fiscal. Outro ponto importante é a metragem, recomenda-se adquirir ao menos 10% a mais de revestimento para eventuais cortes, quebras, futuras reformas ou caso o produto não esteja mais disponível no mercado na mesma textura ou tonalidade. A aplicação de qualquer tipo de piso deve ser feita por mão-de-obra qualificada e de confiança.
Cimento queimado
O cimento queimado oferece visual rústico e, ao mesmo tempo, contemporâneo. Mas tem lá suas desvantagens, pois as trincas são inevitáveis, assim como o efeito manchado. A arquiteta Dione Garros conta que dá preferência ao uso desse revestimento no interior de casas de campo. "Cuido para não usar cimento queimado em áreas externas, pois ele acaba rachando e não tem muita durabilidade", completa. Ela sugere, ainda, a combinação com faixas de cerâmica, ladrilhos e pedras, que confere um charme a mais para o piso.
Duas alternativas podem ser buscadas no mercado: o cimento polimérico ou as massas pré-fabricadas. A vantagem do cimento polimérico é o aditivo que garante maior elasticidade e aderência do cimentado. Massas pré-fabricadas à base de pó de limestone ou de quartzo têm boa resistência a trincas. Existe, ainda, a massa caseira, que pode ser preparada por um mestre de obras experiente.
Duas alternativas podem ser buscadas no mercado: o cimento polimérico ou as massas pré-fabricadas. A vantagem do cimento polimérico é o aditivo que garante maior elasticidade e aderência do cimentado. Massas pré-fabricadas à base de pó de limestone ou de quartzo têm boa resistência a trincas. Existe, ainda, a massa caseira, que pode ser preparada por um mestre de obras experiente.
Porcelanato
As placas vêm em diversos tamanhos. A porosidade quase nula do porcelanato o torna bastante impermeável. Sua instalação é relativamente rápida, mas como a maioria dos pisos, requer a regularização do contrapiso antes da aplicação. Os três tipos de porcelanato mais comuns no mercado são:
- Técnico, polido ou natural: é a versão mais comum do porcelanato. Possui um brilho superior ao das pedras naturais, com reflexos. Deve haver cuidado na escolha de onde colocá-lo, pois é escorregadio.
- Acetinado ou mate: é fosco e gera menos desconforto visual de frieza.
- Rústico - é antiderrapante, mais usado em áreas externas. A limpeza é um pouco mais difícil, pois retém gordura com mais facilidade, por isso não é muito indicado para cozinha.
Azulejo
Os azulejos recebem a mesma orientação do porcelanato. A arquiteta Dione Garros prefere utilizar as peças retificadas, ou seja, que passam por um processo mais rígido de qualidade e possuem medidas alinhadas, seguindo um padrão. “A vantagem é que ele necessita de menos rejunte e pode-se escolher uma qualidade melhor, como o epóx”, explica a profissional. Quando as peças não são retificadas, a aplicação exige um espaço maior entre um azulejo e outro, de 2 a 3 milímetros, para disfarçar a diferença entre elas. Colocando mais rejunte, é mais fácil de escurecer a área aplicada.
Assoalhos de madeira maciça são nobres e mais caros. O mesmo vale para tacos e parquês, também fabricados de madeira natural. Opções como laminados e carpete de madeira são alternativas, pois misturam outros materiais que diminuem o custo sem perder qualidade do produto.
A principal vantagem é o preço, em geral inferior ao da madeira maciça. Existem diversas opções de texturas no mercado, que podem ser réplica fiel da madeira natural, imitando até ranhuras tons. O revestimento normalmente é fabricado a partir de madeira de reflorestamento. É mais resistente a riscos do que a madeira natural.
O nome confunde um pouco, mas este produto é semelhante ao laminado. A diferença é que no carpete de madeira a contracapa, o miolo e a lâmina decorativa são de madeira natural. Além disso, o carpete recebe verniz.
As réguas são coladas e encaixadas sobre uma manta de poliuretano, colocada no contrapiso seco e nivelado. Essa camada é isolante acústica e impermeabilizante.
A vantagem dos pisos de borracha é que são antiderrapantes, acústicos e absorvem impactos. Por isso são bastante indicados para salas de ginástica, recreação infantil e locais de alto tráfego. Dependendo do modelo, deve ser usado somente em áreas internas. Instalado diretamente sobre o contrapiso, o revestimento é fixado com uma cola designada pelo fabricante.
O revestimento de vinil tem se tornado o queridinho em projetos modernos, pois é possível fazer desenhos com recortes do piso. Também é uma opção mais ecologicamente correta quando fabricado a partir de materiais reciclados.
Fonte: hagah RS
















